Já viste a alma presa no cálice de tua mão? Não validemos tal dor, no cômputo total ela não vai além de uma gota, um suspiro de orvalho sacrificado ao ar. Ao universo nada importa, tudo traz o selo da perfeição. Não choro - mas como queria de vós, Natureza, uma tal isenção. (Fernando Campanella, 1986)
"(...) Ao universo nada importa, tudo traz o selo da perfeição."
O seu poema chega a mim traduzindo a certeza da existência do tabuleiro de noites e dias, com infinitas opções de caminhos, escolhas... E,de um jeito ou de outro, todas elas cabem em alguma medida da régua da perfeição.
"(...) Ao universo nada importa,
ResponderExcluirtudo traz o selo da perfeição."
O seu poema chega a mim traduzindo a certeza da existência do tabuleiro de noites e dias, com infinitas opções de caminhos, escolhas... E,de um jeito ou de outro, todas elas cabem em alguma medida da régua da perfeição.
Abraços agradecidos pela leitura de seus versos.
Não validar as dores. Tentar viver no Universo que sonhámos...
ResponderExcluirUm beijo, meu amigo Fernando.